Poucos conheciam a essência do estilo de vida a beira mar mais que ele. E foi em meio a esse pensamento e algumas frases escritas aqui essa semana que me bateu uma saudade enorme dele. E de sua arquitetura.
É intrigante como a vida às vezes entrega de bandeja para a gente encontros que só mais tarde – muito mais tarde – percebemos a verdadeira dimensão deles em nossa existência. Há alguns anos atrás tirei a sorte grande. Estava no lugar certo, na hora certa. E conheci Claudio Bernardes. Depois desse dia acabei trabalhando para ele durante dois anos. Não como arquiteta – por pura ironia, dada a minha formação anterior em arquitetura - mas sim, como consultora empresarial. Em pouquíssimo tempo, o Claudio se tornou um exemplo para mim. Imagino que com tantos outros não tenha sido diferente. Seu talento era inigualável e sua generosidade ímpar. Nunca teve a pretensão de ensinar, no entanto foi um grande mestre.
Esse homem, que nasceu arquitetoe se foi cedo demais há cinco anos atrás, foi um divisor de águas para muitos. Tenho certeza. Marcou a vida de tanta gente que chega a ser impossível contar quanta. Na minha, ele passou como um relâmpago – fugaz, mas com uma luz tão intensa que será suficiente para iluminar o meu caminho para sempre. Agradeço-lhe por isso. Muito.
Se parar para pensar, essa marca é um fenômeno. Ela vai, vai, vai indo e quando a gente acha que ela foi de vez ou que superamos definitivamente a fase de usá-la...Pan! Lá vem ela...De volta. E o desejo de ter um tênizinho de novo para usar até ficar completamente detonado se torna irresistível – sim, porque ele zero quilômetro queima o filme de qualquer um a não ser que se tenha 10 anos de idade ou menos.
Pois bem, os designers maravilhosos da marca que sacam muito de comportamento de consumidor...Resolveram facilitar a vida de alguns mortais, como eu, que já não curtem mais usar tênis de manhã, de tarde e a noite, mas que também não querem sair com um par que doa nos olhos de tão novinho. Este simpático modelito distressed da Converseesteve à venda há um tempo atrás na Urban Outfitters, mas outro dia eu vi um muito parecido na nova Pollignanno Al'Mare que acaba de abrir na Oscar Freire com Peixoto Gomide, nos Jardins em São Paulo.
Na hora, faltou a oportunidade e a estória passou batida, mas não saiu da minha cabeça. Pretendo voltar lá e ver se ele está esperando por mim. Se for para ser meu, estará. Se não, bom...Que faça uma outra feliz então. Certas coisas são assim mesmo - como quase tudo na vida - tem o seu tempo. Sempre.
Amanhã têm feira perto de casa, é para lá que eu vou. Cedinho. Ao invés de orquídeas brancas, como de costume, quero comprar um maço de lírios brancos para pôr assim, direto no jarro com um pouco de água fresca. E só. Uma flor tão linda como essa não precisa de mais nada – o seu perfume já basta. Diz tudo.
Talvez a melhor coisa sobre a chegada de uma nova estação seja isso. A possibilidade de se fazer tudo diferente. Variar. Acho que a renovação aconteça precisamente nesse momento...Enquanto a paisagem muda de cor, a temperatura do nosso corpo se ajusta e o cheiro do ar se transforma. Mais uma vez. Como uma mulher.
Bastou uma bela imagem e os primeiros acordes de Chan Chanpara que eu entrasse no clima. Geral. Então...O sonho de verão continua hoje ao sabor de um delicioso mojito, um dos drinques mais refrescantes e charmosos que há para ser tomado numa noite quente de lua cheia. De preferência na beira da praia.
Essa bebida, criada em alto-mar por um almirante inglês chamado Francis Drake, floresceu nos bares de Havana há mais de 100 anos atrás e inspirou o escritor Ernest Hemingwayenquanto viveu por lá no início dos anos 50.
Ao primeiro gole, dá vontade de buscar uma rede, se deitar...E ficar relendo O Velho e o Mar. Sem ligar para as horas, apenas se deixando levar na correnteza da loucura do autor e o mundo particular onde se refugiava a procura de si mesmo. Uma viagem e tanto. Para mergulhar fundo, de cabeça. E matar a sede.
preparo
4 folhas de hortelã
1 c chá de açúcar
1 lance de sumo de limão
1 dose rum branco
Club Soda
gelo quebado
Dê uma machucada de leve nas folhas de menta e coloque num copo alto. Junte o açúcar, o suco de limão e o rum. Encha o copo com gelo quebrado e complete com Club Soda. Está pronto. Mexa e desfrute até a última gota.
Noite passada antes de dormir, naquele calor, me peguei sonhando acordada com o universo atrás da minha porta verde - mencionada anteriormente. Para começar...Adoraria encontrar esse cenário me esperando do outro lado. Uma coisa meio Côté Sudmeets Cuba em Trancoso. Bem a cara do verão que se anuncia. Quente e colorido. Simples assim.
Não faço idéia do que há por trás dessa porta verde, mas me encantei com ela. Quero uma igual. Com todas as surpresas que possam estar do lado de lá. ABRE-TE SÉSAMO!
“Qual é o seu número?” - é a pergunta que ouvimos em cada loja que entramos. Isso, quando a vendedora não resolve adivinhar... Um número e pronto, está definido quem somos!
Em épocas de consumo desenfreado (não me refiro apenas ao consumo de bens materiais), globalização, anorexias nervosas, culto exagerado da imagem, etc,etc, singularidade é artigo raro por aí. Afinal, sentimentos, sensações, afetos e tudo o que nos torna únicos, ficam escondidos no fundo de cestos e prateleiras menos nobres.
É fantástico, a cada estação, acompanhar os desfiles, conhecer as novidades, já que todo processo criativo merece admiração. O questionável, é a ditadura do estilo, onde os estilos do vestir, do agir e, até mesmo, do sentir, são padronizados - transformam identidade em mera mercadoria. Se nesse processo possuímos qualquer resquício de sensibilidade e olhar interno, daqueles sentimentos tão usuais da infância (lembram?), é impossível não sentir saudade e perceber que perdemos; aliás, impossível não perceber o quanto nos perdemos de nós mesmos...
Vergonha é o sentimento que nos acomete quando deixamos de corresponder às expectativas, dizem, há muito, os livros de psicologia. Como conseqüência, esse sentimento acaba incentivando a submissão ao coletivo. Esse é o caminho que se tem seguido e lotado os consultórios de psicologia pelo mundo afora, e olha que falo por conhecimento de causa. Sou super a favor da moda e dos novos conceitos surgidos através dela, mas é preciso vivenciá-la como instrumentonão como ditadura de modelos pré-definidos. Um instrumento onde cada um possa descobrir seu próprio estilo e modo de expressar o que deseja da vida. Aí sim, a brincadeira de vestir ou despir as mais variadas máscaras é válida; poder exercitar e traduzir quem somos - existe algo mais precioso para o auto-conhecimento?
Segundo Jung, “o indivíduo precisa tornar-se aquilo que é” e não há possibilidade de fazê-lo olhando os pés do outro, a viagem é interna e individual. Por falar nisso, qual é mesmo o seu número?
* escrito exclusivamente para o Design.blog por Isabella Quadros Alvim (ialvim@hotmail.com). Psicóloga clínica formada pela Universidade Mackenzie com especialização em Psicologia Analítica no Carl Jung Institute - Chicago/IL, especialização em Arte Integrativa na Universidade Anhembi-Morumbi/SP e Especialização em Psicogerontologia na Puc/SP. E, também minha mais nova amiga de infância - cheia de predicados, principalmente o do bom humor.
Tem coisas que são e sempre serão impossíveis de serem medidas. Amizade é uma delas. Para todo o resto, podem ser usados esses measuring cups lindos demais criados pela Nigella Lawsonpara Antropologie.
Ganhei-os de presente semana passada de uma grande amiga. Uma das maiores que já tive. Ela - que está de mudança para os Estados Unidos - foi conhecer sua casa nova lá, e na volta me trouxe essa preciosidade.
As xícaras já estão devidamente empilhadas na estante da copa lá de casa, junto aos meus livros de cozinha que tanto amo. Perto dos olhos e mais perto ainda do coração. Num lugar especial onde estarão sempre a vista, para que eu possa me lembrar dela e assim matar as saudades. Um pouquinho.
Confesso que são poucos os espetáculos de balé moderno que me emocionam como o dessa companhia americana criada no início dos anos 70. O espetáculo irreverente e cheio de efeitos especiais do Pilobolus Dance Theater, hipnotiza até os apreciadores mais ortodoxos de dança como eu - ex-bailarina clássica. De dentro desses emaranhados humanos, onde bailarinos atléticos se enroscam formando verdadeiras esculturas vivas, saem as mais inusitadas e belas coreografias. Imperdível. Eles se apresentarão no Teatro Alfa em São Paulo dias 24 e 25 de novembro.
Mais uma revista inglesa agora também pode ser checada online. A Dazed digital é um exemplo super bem sucedido de publicação sobre urban lifestyle contemporâneo. Mescla de tudo um pouco - comportamento, arte, fotografia, moda, música e etc. - sem errar na mão. Detalhe: o seu nome foi inspirado na música da banda Led Zepellin. Provavelmente porque ela aparece num momento em que a humanidade, extasiada com information overload, sofre mais do que aproveita.
Mais do que a promessa desse produto, o que me chamou atenção foi o seu frasco. Uma graça! Mas, é bem verdade que muita gente vai se animar um bocado quando souber para que serve oSynergy.
A poção dentro dessa garrafinha promete ser o primeiro aromático a conter uma combinação química inodoro ao nariz humano que potencializa mudanças positivas no comportamento entre pessoas. Supostamente algumas gotinhas são capazes de aumentar o bem-estar, melhorar o humor, estimular a autoconfiança, ajudam a relaxar e aumentar a atração pelo sexo oposto.
Lendo assim, os benefícios do elixir revigorante em questão até soam um pouco como os proporcionados por antigas simpatias populares, mas a princípio foi clinicamente testadoe os resultados procedem. Na dúvida, por que não testar ?...No mínimo vale pelo vidrinho.
Ano novo; vida nova. É chegado aquele momento no final do ano em que bate uma ansiedade típica da virada...Aqueles cinco minutos clássicos que dão vontade de mudar tudo, vida, trabalho, amor e seja lá mais o que for...Tabula rasa geral.
E o mais engraçado é que tem gente que quando começa a cansar das mesmices do dia a dia, toca a culpar as pobres paredes sem graça de casa por sua inquietude. Talvez fiquem exauridos de tanto olharem para elas enquanto pensam na vida. Como se elas fossem as causadoras de sua aflição – quando na verdade, podem bem ser a solução. Segundo estudos de cromoterapia, a cor das paredes de ambientes onde se permanece por um tempo prolongado pode afetar o estado de espírito de uma pessoa.
Se esse for o seu caso, mas falta coragem para encarar uma pintura geral em casa e toda a bagunça que vem junto com ela - tudo bem. Não pense duas vezes. Para isso, existem os adesivos de vinil. Nova mania mundial, eles são capazes de dar um trato sensacional nas paredes tímidas de sua casa ou de seu trabalho - seja qual for o seu estilo.Super práticos, fáceis de aplicar e mais ainda de retirar, os adesivos vestem qualquer ambiente. É um truque perfeito para dar um toque especial num espaço ou cantinho esquecido qualquer. Bem bacana. Uma idéia que pegou...Quer dizer, colou!
Agora é oficial...Faltam exatos 35 dias para o início do verão. E depois de uma longa hibernação, já estava mais do que na hora de pegar um bronze. Sim, isso mesmo! Que minha dermatologista não me ouça, mas eu acredito totalmente no poder de cura do astro rei. Tomar sol, do pescoço para baixo, exerce verdadeiros milagres numa mulher. Ver-se no espelho com aquela pele dourada faz qualquer tristeza sua passar. A auto-estima e o humor melhoram no ato.
Vou seguir os conselhos de uma amiga minha - psicóloga baiana - que saca tudo dessa e de outras terapias. Ela me sugeriu que fizesse um 15/15 básico, daqui até o verão. Não tem erro. Quinze minutos de frente e outros quinze de costas. Dispensa qualquer truque pré-histórico tipo dobradinha de Rayito de Sol e óleo Johnson's. Mas eu, por precaução - mesmo não combinando nada nada com o meu DNA carioca - vou de filtro Helioblock 20. Branquinha, quase transparente do jeito que me encontro no momento, dois minutos debaixo do sol quente são o suficiente para causar um certo estrago. Creia.
Então as areias do Rio me aguardem, porque mês que vem serei uma nova mulher. Olhe, só de pensar já me animei. Incrível como funciona esse tratamento – mesmo antes de começar, já surtiu efeito. Que venha o verão 2007!...Pode vir que eu estou chegando. Junto.
O Diabo pode até vestir Prada, mas na cozinha aposto que veste esse avental branco de linho com ponto à jour da Côté Bastide. Nada mais... chique. “That’s all”.
Volta e meia, quando estou a fim de me sentir mais moderna do que sou realmente, dou uma bisbilhotada na revista NYLON. Certamente uma parada obrigatória para saber o que está rolando de interessante no circuito cool internacional. E agora descobri, via o atomic blog, o recém-lançado livro NYLON STREET, que pretende ser uma compilação sobre global style. Eles elegeram sete pontos no globo inteiro como referências culturais para retratar a diversidade entre os estilos urbanos hoje em dia - se é que há alguma ainda. Depois me diga o que achou...
A galeria de arte EMMA THOMAS abriu essa semana sua segunda exposição. Dissatisfashion apresenta uma série de obras de artistas plásticos, estilistas, fotógrafos, designers e videomakers que tem como intuito registrar e questionar a interação entre a moda e outras diversas frentes criativas. A galeria inova no sentido de produzir e comercializar trabalhos mais acessíveis, portanto os preços lá podem variar entre R$10 e R$ 1 mil. Porém, não se anime e apareça lá desavisado...O horário de atendimento também é um tanto incomum - só abre a noite. Combinado assim?
Rua Augusta 2.052, em SP. De quarta a sexta, das 21h à 0h; sábados, das 18h às 22h.
Moda, design, arte e gastronomia se fundem mais uma vez em uma coisa só na Surface to Air - novíssimo reduto multidisciplinar, moderno e übercool de São Paulo. O coletivo artístico francês acaba de instalar um pied à terre em solo brasileiro no coração dos Jardins, na Al. Lorena 1989. A proposta estética é bem interessante e definitivamente voltada para um público antenado lançador de tendências. Está esperando o quê? Vas y, se lance!
Adoro lugarzinhos cozy por definição e descobri um delicioso aqui em Sampa...Foi na terça-feira à noite, quando passei pelo restaurante Maní só para dar um beijo de aniversário na Mariana Kraemer, responsável pelo décor super lindo de lá, e acabei ficando até altas. Amei! Tudo aconteceu no charmosíssimo jardim de trás, onde o povo se juntou em dois mesões debaixo de um pergolado de madeira coberto por eras. Sangria pra cá, fusion belisquetes pra lá, conversa boa numa noite linda e uma amiga muito feliz. Tudo perfeito!
Ultimamente, ando fascinada por texturas. Quanto mais camadas nelas, melhor.
Meu interesse não é só plástico, mas antropológico também. Quantas estórias não foram estampadas pelo tempo em cada uma dessas superfícies? E quantos mistérios não residem sob cada pincelada de tinta, demão de verniz, pó e cola?
O pavê delicioso da minha madrinha vai figurar certamente entre as delícias à mesa desse meu final de ano campestre. Um pecadilho dos deuses que pretendo providenciar para adoçar as bocas dos que se juntarem a mim.
Servido gelado, essa maravilha de pavê é bonito de se ver e principalmente de se comer...Rezando - como dizem por aí. Um creme tão suave e doce na medida, que só ajoelhando para agradecer tamanho prazer.
A bem da verdade, é preciso dizer que as mãos de fada daquela que é minha segunda mãe não só fazem jus ao seu título, mas também são o pulo do gato nesse caso. No entanto, a receita guardada a sete chaves até então, eu desvendo agora.
creme
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite
3 gemas
recheio
1 copo de leite
4 c de sopa rasas de chocolate em pó
1 pacote de biscoitos champagne
cobertura
3 claras em neve
6 c de sopa de açúcar (de confeiteiro, se possível)
1 c de chá de essência de baunilha
1 lata de creme de leite (gelado)
90g de chocolate meio-amargo em raspas
Leve ao fogo em uma panela as gemas peneiradas, o leite condensado e a mesma medida de leite misturando sempre até engrossar no ponto de mingau ralo. Retire e despeje em uma travessa média. Em outra panela, ferva o leite com chocolate em pó, desligue o fogo e reserve. Assim que estiver morno, molhe levemente os biscoitos e coloque-os lado a lado sobre o creme. Por último para a cobertura, bata primeiro as claras em neve, depois adicione aos poucos o açúcar até firmar e brilhar. Junte o creme de leite gelado e sem soro. Cubra tudo,decore com as raspas de chocolate e ponha para gelar. Antes de servir coloque no freezer por 10 minutinhos. Ao provar, se entregue à tentação. E suspire...Muito.
Final de ano normalmente passa rápido mesmo, mas tenho impressão que o meu não corre não. Voa! De meados de setembro em diante, começa uma verdadeira avalanche de aniversários e festividades extracurriculares na família, uma atrás do outra. Quando percebo, o Natal passou e estou hipnotizada olhando para os fogos de artifício do Reveillon no céu com a minha cota de sol já totalmente ultrapassada pelo verão inteiro!
Como quase todo mundo, eu também fico sem tempo para nada. Que dirá para dar uma produzida na decoração de qualquer uma dessas ocasiões especiais! Mas, esse ano vou fazer diferente. Juro. Quero me organizar com um tico de antecedência para arrumar pelo menos uma dessas festas ao ar livre. Assim, numa mesa bem grande debaixo de umas árvores. Numa noite fresca. Com comida simples, mas farta para todos os gostos.E uma fiada de lâmpadas para ascender ao entardecer.
O resto fica por conta da família e amigos que se sentarem ali. Quem vier será bem-vindo, como sempre. Sem cerimônia. Afinal de contas...Certos encontros merecem ser celebrados e ponto. Sem formalidades. Só prazer.
Gabriela Pegurier, pessoal e intransferível. Eu estou aqui frente, verso e nas entrelinhas. O design sempre fez parte do meu universo e é através dele que me expresso. Meu olhar, minha vida.
Formada em arquitetura, iniciei minha carreira cedo flertando com estilismo, mas logo depois fui trabalhar com interiores. Em 2000, comecei a prestar serviços em design marketing. Faço isso até hoje, só que agora exclusivamente para a marca de moda da qual me tornei sócia.
Amo documentar em vídeo e escrever sobre essa minha paixão: design. Tomara que goste daqui e volte outras vezes para tomar um café comigo. Assim posso te contar mais um pouco, sempre!