Caderninho da Gabriela Pegurier

Sabor



MOQUECA BAIANA

O que é mesmo que a baiana tem?

Minha amiga Isabella diz que a baiana tem dendê e dengo. Eu concordo. Aquela nascida na terra ensolarada entre Minas Gerais e Pernambuco tem um borogodó gostoso que tempera, sem igual, a vida e o prato dela.

Eu não sou da Bahia, mas minha avó materna era. E, por isso me permito falar com uma certa propriedade quando o assunto é “baianidade”. Gosto de pensar que herdei um pouco do jeito dela de ser, mas isso é a mais pura fantasia da minha parte. Na verdade, a sua malemolência me encantava tanto, que eu acabava tentando imitá-la. Mas, isso é outra estória que eu conto outro dia.

A história de hoje é outra. É simplesmente uma homenagem que gostaria de fazer aqui para a minha saudosa avózinha e todas as baianas que me inspiraram de alguma forma a ousar na vida e a apimentar minha comida, sem vergonha e com muito amor. Para quem quiser colocar aquele "jeito que Deus dá" na sua panela, segue abaixo a receita da Moqueca de Cação e Camarão que eu preparei há duas semanas atrás, como “prato assinatura” - na 1a. prova do programa de TV "Cozinheiros Em Ação 2” no Canal GNT apresentado pelo Olivier Anquier, na qual terminei vencedora.

Ingredientes (para 4 pessoas):

700g de postas de cação com osso
500g de camarões rosa graúdos limpos
3 cebolas grandes (2 picadas e 1 em rodelas)
3 dentes de alho roxo picados
3 tomates grandes maduros (2 picados sem pele e sementes e 1 em rodelas)
1 pimentão vermelho pequeno (em rodelas)
1 pimentão amarelo pequeno (em rodelas)
1 pimentão verde pequeno (em rodelas)
1 pimenta dedo-de-moça picada
1 maço de salsinha e cebolinha picado
1 maço de coentro picado
1 limão
1 vidro de azeite de dendê (200ml)
2 vidros de leite de coco (200ml)
2 xícaras de arroz branco agulhinha
500g de farinha de mandioca crua
2 colheres de sopa (rasas) de amido de milho
4 colheres (sopa) cheias de azeite
Sal e 
Pimenta-do-reino preta a gosto

Numa panela em fogo médio, refogue ½ cebola e 1 dente de alho picados em duas colheres de sopa de azeite até que estejam transparentes. Adicione o arroz lavado para dar uma leve fritada. Tempere com 1 colher de sobremesa rasa de sal e cubra imediatamente com 4 xícaras de água fervente. Abaixe o fogo e cubra parcialmente a panela com sua tampa (suficiente para possibilitar que o vapor saia pela abertura). Deixe cozinhar até que praticamente toda a água tenha secado e furinhos na camada de cima do arroz tenham aparecido. Apague o fogo, tampe a panela completamente e reserve.

Refogue, de preferência numa panela própria para moqueca (pré-aquecida), 1 ½ cebolas picadas e 2 dentes de alho numa mistura de 2 colheres de azeite de oliva e 2 de azeite de dendê. Quando estiverem transparentes, junte 2 tomates picados (sem pele e sementes) fritando por mais 1 minuto. Junte as postas de peixe (temperadas com sal, pimenta-do-reino e limão) e, logo em seguida, cubra-as com um punhado de salsinha e cebolinha picadas, as rodelas de 1 cebola, dos pimentões e de 1 tomate, a pimenta dedo-de-moça picada, intercalando com os camarões.

Regue tudo com um fio generoso de azeite de dendê e depois cubra com o leite de coco misturado com 1 colher de sobremesa de maizena. Tampe a panela e deixe cozinhar, sem mexer, por 10-12 minutos em fogo médio. Sirva com coentro picado em cima. Enquanto a moqueca estiver cozinhando, esquente uma frigideira com 2 colheres de sopa de azeite de dendê e coloque a farinha de mandioca. Frite tudo por uns 3 minutos e tempere no final com uma pitada de sal. Daí é só servir essa moqueca arretada de boa na panela de barro mesmo, com arroz branco fresquinho e farofinha de dendê em cumbucas para acompanhar!

tocando no player enquanto eu escrevia>>

 



Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 10h19
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DE COMER REZANDO

Ajoelhou tem que rezar?

Não sei se isso acontece com você também, mas toda vez que decido começar uma dieta me ataca uma compulsão por receitas de comida em geral. Devoro-as vorazmente em revistas, livros e agora até no Facebook.

Se você é como eu e no terceiro dia de regime delira com um frango assado vindo lhe acordar no meio da noite, talvez “Dez x 10 - 100 Receitas Para Comer De Joelhos”, da chef Carla Pernambuco (dona do Las Chicas e do Carlota), seja uma ótima pedida para você ler na cama antes de dormir. Não engorda e serve para alimentar seus sonhos com dias de mesas bem mais fartas do que as atuais!

Se gula é pecado, então que pelo menos a gente pague por ela de joelhos com delícias para se comer rezando... Amém.


 

"Nem vem com garfo que hoje é dia de sopa."

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Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 22h32
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FELIZ PÁSCOA

Já dizia a mãe de Forest: "Life is like a box of chocolates... you never know what you're gonna get". Realmente, a gente nunca sabe o que a vida nos reserva, mas que o receio do desconhecido nunca sirva de empecilho para que se desista do que se deseja.

Seja lá o que for que você busca, torço para que você encontre o que procura.


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Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 01h26
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CAFÉ NA CAMA

Bom diaaaaaaa! Que o seu dia seja doce e preguiçoso como todo feriado deve ser!!!

De mim, especialmente para você.


tocando no radinho de pilha ao lado da cama..



Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 03h30
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DOCE DELÍRIO


Eu sei que ainda é cedo para pensar em sentir frio, mas sempre é tempo de aquecer a alma com doçura... Princilpalmente se ontem, dia em que se ouviu doces mentiras, foi um dia de ouvir verdades difíceis de engolir.

Me disseram que perfumar o chocolate quente opera milagres nesses casos... E, eu acredito em [quase] tudo que me dizem! rs

Lavender Hot Chocolate
2 xícaras de leite integral
90g de cholate amargo (70% cacau)
30g de chocolate ao leite
1/4 c de chá de sementes de alfazema

Chantilly:
1/2 xícara de creme de leite fresco
1/4 c de chá de essência de baunilha
1/2 c de sopa de açucar

Coloque o creme de leite no congelador por 10 minutinhos antes de bater. Depois bata até que fique incorpado (aprox. 1-2 minutos), junte a baunilha e o açucar e bata por mais 30 segundos. Refrigere e reserve.
Aqueça o leite e a alfazema numa panelinha em fogo médio até que comece uma leve fervura. Retire do fogo e deixe que infusão de alfazema descanse por 5 minutos e depois coe o leite, retornando ao fogo junto com os pedaços de chocolate até que derretam. Sirva bem quente com uma generosa colherada do chantilly geladinho que fez. Hummm...verdadeiramente delicious!


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Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 14h29
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ALTERNATIVA POSSÍVEL

Quem disse que nada ou ninguém é insubstituível?

Se esbarrasse com a pessoa que elaborou essa ideia - que tudo e todos podem ser repostos - eu juro que chamava na chincha! Gostaria que me explicasse de onde saiu tamanha sandice. E o pior é que o dizer viralizou-se através dos tempos e hoje, sai da boca de uma horda de pessoas que eu aposto que nunca parou para pensar o que realmente significa dizer isso.

Coisas em sua maioria e pessoas em sua totalidade são únicas e irreplicáveis. Se perder uma, jamais terá outra parecida. No máximo terá uma alternativa, mas nunca uma substituta para aquela que se foi. É como no caso da alfarroba, ela alimenta, mas nunca lhe dará o mesmo prazer que o chocolate.

Porém se a escolha é necessária e inevitável, pois então que pelo menos ela seja feita da melhor maneira possível...

Muffins de Alfarroba:
2 ovos inteiros
200g de farinha de trigo
200g de farinha de alfarroba
80g de manteiga (pode ser de soja)

200g de açucar
1 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato
1-2 colheres de café de essência de baunilha

Bater tudo e ir adicionando leite até obter a consistência desejada (mais firme). Untar umas forminhas de alumínio com óleo em spray ou manteiga e polvilhar com farinha. Polvilhe açúcar. Assar em forno previamente aquecido, durante 30 minutos. Rende aprox. 15 unidades. Depois de frios, cobrir cada muffin com Nutella ou Doce de leite ou a gosto do freguês!

*receita roubada de Isabella Quadros, amiga do peito que tornou-se a melhor doceira do universo depois de uma promessa pra nunca mais na vida comer chocolate!

Massa para Bolo de Alfarroba:
2 xícaras de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
½ colher de chá de sal
¾ de xícara de farinha de alfarroba
¾ de xícara de manteiga (pode ser de soja)
1 ½ xícaras de açúcar mascavo
2 ½ xícaras de leite (pode ser de soja)
2 colheres de chá de essência de baunilha
3 colheres de sopa de passas de uva
Açúcar de confeiteiro para decorar (opcional)
Creme chantilly para servir(opcional)

Cobertura (opcional):
2 xícaras de açúcar mascavo
3 colheres de sopa de farinha de alfarroba
4 colheres de sopa de manteiga (pode ser de soja)
1 colher de sopa de farinha de trigo
4 colheres de sopa de leite (pode ser de soja)
coco ralado a gosto

Misture a farinha, o fermento, o sal e a farinha de alfarroba numa tigela. Bata a manteiga com o açúcar em outro recipiente. Adicione um pouco de leite e bate bem. Junte esse creme à mistura de farinha, a pouco e pouco, alternadamente com o restante leite. Incorpore a baunilha e as passas e misture bem. Coloque a massa numa forma untada com um pouco de óleo e polvilhada com farinha. Forno, a 350°C por cerca de 40 minutos.

Se estiver com preguiça, polvilhe açúcar de confeiteiro e sirva quentinho. Agora se tiver no pique, misture a manteiga e o açúcar numa panela para fazer uma cobertua. Cozinhe em fogo médio, mexendo bem, até o açúcar diluir. Adicione o leite e a alfarroba aos poucos. Bata bem e depois adicione a farinha. Continue mexendo em fogo brando até engrossar. Cubra todo o. Por fim, polvilha com côco ralado.

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Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 15h43
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BRINDE AOS SENTIDOS


Por que faz sentido brindarmos diante de um momento especial?

Se entregar ao néctar de Bacos requer no mínimo todos os cincos sentidos... Quem sabe até um sexto. Seu aroma nos inebria mesmo de olhos vendados, enquanto seu tom é capaz de instigar nosso olhar a ponto de cegar-nos para o que acontecendo ao nosso redor. O toque do primeiro gole umedece nossos lábios anunciando o sabor que está por vir, aguçando a boca e espalhando-se logo em seguida pelo resto do corpo todo. Mas, a magia só se faz completa ao som do encontro dos copos... Dando “sentido” àquele momento.

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Escrito por escrito por Gabriela Pegurier às 02h58
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COMENDO COM OS OLHOS

A gente é o que a gente come?

É impressionante quanto se pode especular sobre as pessoas, apenas observando o que elas colocam dentro de seus carrinhos de supermercado... Ou eventualmente retiram da esteira no último minuto. Confesso: meu passatempo predileto - enquanto espero minha vez no caixa - é analisar a compra alheia. Uma mania que pode acometer meu ser numa terça-feira de manhã enquanto faço compras da semana, em outro dia qualquer na volta do trabalho, quando dou só aquela passadinha para pegar um “sei lá o quê” que ficou faltando para o jantar ou num sábado de madrugada voltando de um programa com amigos e me lembro que falta leite para o café de domingo.

Outro dia, lá estava eu em pé faziam 15 minutos, esperando pacientemente a caixa-nova-em-treinamento terminar de empacotar sozinha uma compra imensa, quando me peguei rindo sozinha ao bater o olho nas compras da moça-bonita-mas-irritadiça antes de mim na fila. Não contive o riso ao tentar contabilizar quantas horas de corrida ela teria de enfrentar pra queimar as calorias dos 1001 chocolates que lotavam sua cesta - provavelmente porque precisasse amenizar a TPM que lhe torturava naquele dia. Em solidariedade, quase abri meu pacote de biscoito recheado Bonno ali mesmo para lhe oferecer uma gordura trans direto da fonte. Mas, acabei desistindo ao olhar para o rapaz-triatleta-boa-pinta atrás de mim. Ele equilibrava nos braços sarados: um saco de aveia Quaker, outro de granola, quatro iogurtes e um cacho de bananas. Haja saúde!

Não para por aí... Sábado passado, acredite, cheguei até a romantizar um possível jantar à luz de velas no chão de um apartamento vazio para um casal apaixonado que vi no supermercado. Passava da meia-noite e eles estavam ali no caixa, provavelmente preparando-se para passar a noite saboreando uma massa a dois. Enquanto eu comprava leite semi-desnatado e assistia ao filminho deles na minha cabeça, eles passavam na esteira um maço de espaguete importado, um vidro de molho ao sugo italiano, um pão caseiro, um belo pedaço de parmesão e excelente vinho tinto.

Já ontem à tarde a caminho de casa, tive que dar um pulo lá de novo para pegar umas coisinhas e acabei estarrecida com as escolhas exageradas de uma madame que fazia suas compras também. Nitidamente ela fazia aquela linha de quem tem ojeriza de pisar na cozinha. Seu carrinho de compras - empurrado por alguém que parecia ser um motorista particular - estava abarrotado até o topo de produtos industrializados, dos mais variados possíveis e caros imagináveis. Em contraponto, o comedimento e frugalidade do senhorzinho que aguardava humildemente sua vez na fila ao lado, me deu inveja... Apenas o suficiente para abastecer seu corpo na medida exata de sua fome.

Voyeurismo à parte, gosto de descrever essas minhas pequenas invasões de privacidade no consumo alheio, como uma forma de estudo antropológico particular. Seja numa casa gourmet como o Santa Luzia ou num mercadinho de bairro no litoral, acabo sempre conseguindo alimentar minha imaginação e saciar minha curiosidade sobre o comportamento humano com o que os outros me servem.

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Escrito por blog da Gabriela Pegurier às 19h57
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    BOM DIA

Começou seu dia bem?

Eu comecei o meu dia super bem hoje com um copão de Nescau...  Hummm diliiiça! Fez do meu leite uma alegria - mesmo sendo semi-desnatado com duas colheres de achocolatado light. Um pequeno prazer capaz de adoçar uma manhã de terça-feira...Qualquer.



Escrito por Gabriela Pegurier Style.blog às 11h42
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CAFÉ DA MANHÃ

    

 

O que é ó que é... Negro como a noite, forte como o pecado,
doce como o amor, quente como o inferno?

 

Ontem cedo, o inverno entrou pela janela do meu quarto adentro...Sem pedir licença. Algo que numa manhã de segunda-feira normalmente espantaria meu desejo de levantar da cama, na verdade provocou um efeito contrário...Acordei e pulei da cama com uma vontade louca de sair de casa para trabalhar em uma das mesas do Suplicy Café, meu segundo escritório. Extra-oficialmente.

 

Nos últimos tempos tornou-se um dos meus lugares favoritos para começar bem o dia e encontrar pessoas. Não sei se é o cappuccino artisticamente tirado ou a textura daquela espuma espessa que se transforma num redemoinho cremoso na primeira rodada da colher ou talvez o dono que está sempre por lá com um sorriso gentil no rosto ou mesmo os croissants fresquinhos, bagels quentinhos e brownies apetitosos ou ainda o ambiente bacana e visual moderno...Ou quem sabe o conjunto da obra. Simplesmente.

 

O que importa é que, de agora em diante, minhas manhãs geladas serão derretidas pelo calor das xícaras que encontrarei ali e pelo prazer de estar de volta aqui. Novamente.



Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 08h34
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  SONHO DE VALSA

Que tal dançar conforme a música?

 

Sábado é dia oficial na minha agenda para sair a tarde e tomar sorvete até a testa doer. Com o calorão que fez então, nem se fala! A certa altura, me bateu uma fissura louca de sentir o gosto de um sabor que só provei até hoje na sorveteria Itália do Rio. Sonho de valsa.

 

Para saciar o tal desejo que não passava por nada, não saí para rua e me arrisquei numa versão caseira. Nem me preocupei muito que ficasse idêntico ao carioca, porque hoje estava topando qualquer genérico. Mesmo.

 

O jeito foi apelar para imaginação. De vez em quando, a solução pode até não ser perfeita, mas resolve. E como o ótimo - na maioria das vezes - pode ser inimigo do bom...Apostei na criatividade para matar a minha vontade. Que felicidade! O sorvete não deu errado...E o prazer foi compensado.

 

 

sorvete sonho de valsa

2 litros de sorvete de creme

12 bombons sonho de valsa

calda de chocolate (opcional)

 

Retire do congelador o sorvete e deixe-o do lado de fora por uns 10-15 minutos ou até que esteja levemente amolecido. Desembrulhe os bombons, coloque-os num pano de prato, enrole e bata neles com um rolo de cozinha quebrando-os desigualmente. Despeje-os numa vasilha, junte o sorvete e misture bem. Transfira para um outro recipiente limpo, cubra e retorne ao freezer até para que endureça novamente. Uma vez pronto para servir, o resto fica por sua conta...



Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 20h37
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INSPIRE E SUSPIRE

    É possivel resistir a isso?

Delícia delicada, com sabor simples. Provoca o desejo doce em qualquer boca. Mesmo nas que insistem em se calar diante da tentação. Em vão.

 

A cada bocado...Um suspiro. De prazer. Como tudo nessa vida deveria ser.

 

 

Merengue de Framboesas

600 ml de sorvete de creme
3 claras de ovos
175 g de açúcar mascavado claro

450 ml de natas batidas
225 g de framboesas
50 g de açúcar mascavado escuro
1 c de sopa de Cointreau (opcional)


Unte levemente com óleo uma forma redonda e funda de 20cm. Coloque no congelador até que fique congelada. Utilizando uma espátula, preencha a base e as laterais da forma com o sorvete. Coloque de novo no congelador. Bata as claras numa tigela limpa e seca. Quando estiverem em neve, misture metade do açúcar mascavado claro até formar uma mistura fofa. Depois misture o resto do açúcar utilizando uma colher de metal.
Marque 2 círculos de 18 cm em papel vegetal próprio para assar. Coloque o papel vegetal num tabuleiro de bolo. Divida o merengue em duas partes iguais e coloque cada uma das partes sobre o círculo do papel vegetal. Leve ao forno brando a 140º C por 3 horas até que fiquem secos. Misture bem os restantes ingredientes. Retire a forma do congelador e passe uma camada da mistura de framboesa na base. Coloque um merengue. Passe outra camada da mistura de framboesa e coloque o outro merengue. Leve normalmente ao congelador por 4 horas. Para desenformar, coloque a forma em água morna por 30 segundos. Vire-a no prato que irá servir. Sirva imediatamente ou coloque no congelador. Decore com folhas de hortelã e framboesas. Inspire, suspire...E aproveite.



Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 01h01
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AUTUMN TASTE

    Será que ele virá algum dia?

Segundo dia de outono e nem sinal do querido chegar. Ok...Pode ser ansiedade exagerada da minha parte, mas estou achando que esse calor já deu o que tinha que dar. A natureza é sábia mesmo, porque chega uma hora que até o sol cansa.

 

Estou com uma saudade louca dos dias frescos e tudo que eles trazem. Junto... Com sabor de banana e cor de caramelo. Dupla perfeita.

 

 

banana muffins

1 1/2 x de farinha de trigo
1 c de chá de bicarbonato
1 c de chá de fermento
1/2 c de chá de sal
3 bananas amassadas
3/4 x de açucar
1 ovo levemente batido
1/3 x de manteiga derretida

cobertura crocante
1/3 x de açúcar mascavo
2 c de sopa de farinha de trigo
1/8 c de chá de canela
1 c de sopa de manteiga

Pré-aqueça o forno em 180º e unte as forminhas de muffin caso não vá usar as de papel. Junte a farinha, o bicarbonato, o fermento e o sal em uma vasilha. Reserve. Em outra, bata as bananas amassadas com o ovo, o açúcar refinado e a manteiga derretida. Incorpore os ingredientes secos na mistura. Preencha as forminhas ¾ até a borda. Reserve. Numa terceira vasilha, misture bem o açúcar mascavo, as duas colheres de farinha, a colher de manteiga e de a canela. Cubra por igual às forminhas e asse por aprox. 18 a 20 minutos. Num dia friozinho, sirva os muffins morninhos com o chá de sua preferência...Nesse caso, o meu é Earl Grey.



Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 23h12
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  SANTO REMÉDIO

Existe receita para a felicidade?

 

Têm dias que só um doce para nos fazer feliz. Mesmo. Ontem, por exemplo, esse foi o meu caso. O calor lá fora era tão intenso, que me derreteu por dentro igual o petit gâteau saboreado na ânsia de preencher um certo vazio incomum que sentia em mim.  

 

Chocolate é assim...Funciona como um santo. Concede-nos verdadeiros milagres quando mais necessitamos. Sem perguntas, sem cobranças. Só prazer. De fazer com o que quer que esteja nos incomodando se pulverize, em questão de segundos. Para daí, um bem estar - sem tamanho - tomar conta de todos nossos cantos, recantos...E encantos.

 

Quando a crostra daquele pequenino vulcão se rompeu, uma lava espessa com gosto de cacau inundou meu prato e minha alma. E o desconforto se foi como num passe de mágica. Bendito seja esse divino remédio que curou-me pela boca. Tão eficaz que passo aqui a receita para quem precisar. Eventualmente.

 

petit gâteau

1 1/4 x de chá de manteiga
3/4 x de chá de açúcar
3/4 x de chá de farinha de trigo
250 g de chocolate meio amargo em pedaços
5 gemas
5 ovos

 

Unte com manteiga 12 forminhas redondas com aprox. 7 cm de diâmetro. Reserve. Pré-aqueça o forno em 250ºC. Numa tigela refratária apoiada sobre uma panela com água bem quente, sem ferver, derreta o chocolate e a manteiga, mexendo delicadamente. Numa tigela grande, misture as gemas com os ovos e o açúcar. Junte o chocolate derretido e a farinha aos poucos, mexendo bem. Distribua a massa nas forminhas. Asse por volta de 7 minutos. Os bolinhos estarão no ponto certo quando as bordas estiverem assadas e o centro apresentar textura mole ao ser pressionado com o dedo. Retire do forno e desinforme. Sirva com sorvete de baunilha.

Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 23h20
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   ENTRE QUATRO PANELAS

O que tem para o jantar?

 

Ontem fiquei horas pensando no que preparar para um jantarzinho que quero fazer em casa essa semana. Vou chamar alguns amigos que há tempos não vejo, mas são super íntimos. Daqueles que também curtem uma boa conversa na cozinha e sempre acabam me ajudando. Antes, durante e depois.

 

Nessa de decidir o prato da noite, percebi que eu rodo, rodo e acabo sempre escolhendo os mesmos sabores. Imagino que não seja muito diferente com qualquer um que se aventure no fogão por pura diversão. Sendo assim, fiquei curiosa sobre o paladar da gente. Adoraria saber quais são aqueles ingredientes que tiram meus amigos-cucas do sério. Os meus top ten são esses aí, não necessariamente nessa ordem ou combinados entre si:

 

gergelim

rúcula

queijo de cabra

tomate seco

presunto de Parma

funghi

alcaparra

salmão

pitanga

chocolate

vinho (hors concours)



Escrito por Gabriela Pegurier Design.blog às 12h01
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Gabriela Pegurier, pessoal e intransferível. Estou aqui frente, verso e entrelinhas.

Como o design, a estética e a culinária sempre fizeram parte importante do meu universo, é através deles que me expresso. Meu olhar, meu afeto, minha vida.

Meus relatos aqui são apenas elucubrações sem compromisso sobre o cotidiano e, minhas dicas são o prazer que tenho em compartilhar conhecimento. Coisas que de alguma maneira foram catalizadas em minha mente por algo que vi, vivi ou provei.

Tomara que goste daqui e volte outras vezes para saborear isso comigo. Assim posso lhe contar mais um pouco, sempre!


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